Instituto Avançado de Imagem https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/ Exames de Imagem com a máxima qualidade Sun, 09 Nov 2025 18:48:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 Novembro azul: a saúde do homem vai além do câncer de próstata https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/novembro-azul-a-saude-do-homem-vai-alem-do-cancer-de-prostata/ Fri, 07 Nov 2025 18:45:47 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18481 Campanha estimula o autocuidado masculino e chama atenção para doenças cardiovasculares, diabetes e saúde mental, que muitas vezes são negligenciadas Novembro azul: embora o câncer de próstata seja o foco principal da campanha sobre a saúde do homem, o cuidado preventivo deve ir além dessa...

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Campanha estimula o autocuidado masculino e chama atenção para doenças cardiovasculares, diabetes e saúde mental, que muitas vezes são negligenciadas

Novembro azul: embora o câncer de próstata seja o foco principal da campanha sobre a saúde do homem, o cuidado preventivo deve ir além dessa doença e incluir a atenção a outros aspectos que comprometem a qualidade de vida dos homens.

Os homens se cuidam? O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 71.730 novos casos de câncer de próstata para cada ano do triênio 2023-2025, com aproximadamente 15 mil mortes anuais pela doença. Os números colocam o câncer de próstata como o segundo tipo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Quando diagnosticado precocemente, as chances de cura chegam a 90%.

Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI), destaca que a prevenção deve considerar o panorama completo da saúde masculina.

O homem brasileiro ainda tem resistência em procurar atendimento médico regular. Essa postura impacta não apenas o diagnóstico do câncer de próstata, mas também de doenças cardiovasculares, diabetes e problemas de saúde mental, que são igualmente preocupantes“, afirma.

Doenças cardiovasculares lideram causas de morte

As doenças cardiovasculares representam uma das principais causas de morte entre homens no Brasil. Dados do Ministério da Saúde revelam que, em 2021, a doença arterial coronariana foi a segunda principal causa de morte em homens, ficando atrás apenas da covid-19 naquele ano. As taxas de mortalidade padronizadas por idade foram mais altas entre os homens durante todo o período analisado.

O diabetes também apresenta números crescentes na população masculina. Segundo a Pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, o percentual de homens com diagnóstico de diabetes aumentou 54% entre 2006 e 2017, passando de 4,6% para 7,1%. Entre 2010 e 2016, a doença foi responsável por mais de 406 mil mortes no país, com crescimento de 11,8% no período.

O diabetes e as doenças cardiovasculares estão diretamente relacionados a fatores de risco modificáveis, como sedentarismo, obesidade e alimentação inadequada. Por isso, o acompanhamento médico regular é fundamental para identificar alterações precoces e prevenir complicações“, explica Dr. Mekhitarian.

Resistência à prevenção persiste

Um dos maiores desafios da saúde masculina continua sendo a baixa adesão às consultas preventivas. Pesquisas indicam que 46% dos homens acima de 40 anos só procuram atendimento médico quando já apresentam sintomas, número que sobe para 58% entre os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, 70% dos homens só buscam ajuda médica após insistência de familiares.

Os dados do Ministério da Saúde mostram que os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. A diferença é explicada, em parte, pela falta de acompanhamento médico regular e pelo descuido com hábitos básicos de prevenção.

Para homens entre 20 e 40 anos, recomenda-se a aferição anual da pressão arterial, controle de peso e avaliação de glicemia e colesterol. A partir dos 40 anos, incluem-se exames cardiológicos e avaliação da próstata anual com urologista.

Homens com histórico familiar de câncer de próstata ou com obesidade devem iniciar o acompanhamento urológico aos 45 anos. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda o rastreamento entre 50 e 70 anos para a população em geral.

Sintomas que exigem atenção médica incluem dificuldade para urinar, aumento da frequência urinária (especialmente à noite), fluxo urinário fraco ou interrompido, presença de sangue na urina, dores no peito, falta de ar, fadiga excessiva, visão turva e sede excessiva.

O cuidado preventivo não é apenas evitar doenças, mas detectá-las no início. Quanto mais cedo identificamos um problema, maiores são as chances de tratamento eficaz e menor o impacto na qualidade de vida do paciente“, conclui Dr. Mekhitarian.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Instituto Nacional de Câncer (INCA). INCA estima 704 mil casos de câncer por ano no Brasil até 2025. Acesso em 06 de novembro de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2022/inca-estima-704-mil-casos-de-cancer-por-ano-no-brasil-ate-2025

Instituto Oncoguia. Estatística para câncer de próstata. Acesso em 06 de novembro de 2025.. Disponível em: https://www.oncoguia.org.br/conteudo/estatistica-para-cancer-de-prostata/5852/288/

Ministério da Saúde. Percentual de homens com diabetes cresce no Brasil. Acesso em 06 de novembro de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2018/junho/numero-de-homens-com-diabetes-cresce-no-brasil

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Canetas emagrecedoras: como elas agem no organismo e as diferenças entre elas https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/canetas-emagrecedoras-como-elas-agem-no-organismo-e-as-diferencas-entre-elas/ Fri, 31 Oct 2025 18:33:23 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18478 Medicamentos injetáveis para perda de peso ganharam espaço no tratamento da obesidade, mas exigem prescrição e acompanhamento médico rigoroso O crescimento da obesidade no Brasil tornou-se uma questão de saúde pública preocupante. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), do Ministério da Saúde,...

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Medicamentos injetáveis para perda de peso ganharam espaço no tratamento da obesidade, mas exigem prescrição e acompanhamento médico rigoroso

O crescimento da obesidade no Brasil tornou-se uma questão de saúde pública preocupante. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), do Ministério da Saúde, mostram que 34,66% da população brasileira estavam com algum nível de obesidade em 2024.

O número de pessoas com obesidade mórbida ou grau III atingiu mais de 1,1 milhão de brasileiros no mesmo período. Segundo o Atlas Mundial da Obesidade 2025, 68% da população brasileira apresenta excesso de peso, sendo que 31% têm obesidade e 37% têm sobrepeso.

Nesse contexto, os medicamentos injetáveis para emagrecimento ganharam destaque, especialmente as chamadas “canetas emagrecedoras”. Entre os princípios ativos mais conhecidos estão a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida, substâncias que atuam no controle do apetite e no metabolismo da glicose.

Esses medicamentos representam um avanço no tratamento da obesidade, mas não são fórmulas mágicas. Eles funcionam melhor quando integrados a mudanças no estilo de vida, incluindo alimentação equilibrada e prática regular de atividade física“, explica Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Como os medicamentos agem no organismo

Os medicamentos injetáveis para emagrecimento pertencem à classe dos agonistas dos receptores de GLP-1 (peptídeo 1 semelhante ao glucagon), hormônio produzido naturalmente no intestino.

A liraglutida, comercializada como Saxenda, Victoza, Olire e Lirux, é aplicada diariamente. A semaglutida, presente no Ozempic, Wegovy e Rybelsus, tem aplicação semanal ou oral diária. Já a tirzepatida, conhecida como Mounjaro, possui aplicação semanal.

O mecanismo de ação dessas substâncias envolve três processos principais: aumento da secreção de insulina pelo pâncreas, redução da produção de glucagon e retardo no esvaziamento gástrico. Esse último efeito promove saciedade mais prolongada, o que leva à redução do apetite e, consequentemente, à perda de peso.

A tirzepatida apresenta um diferencial: além de atuar nos receptores de GLP-1, também age nos receptores de GIP (polipeptídeo inibidor gástrico), o que potencializa seu efeito na redução de peso. Estudos clínicos demonstram que essa dupla ação resulta em perda de peso superior quando comparada aos medicamentos que atuam apenas no GLP-1.

Diferenças entre os princípios ativos

As principais diferenças entre os medicamentos estão na frequência de aplicação, potência e resultados esperados. A liraglutida, por ter ação mais curta, requer aplicação diária e promove perda de peso média de 8% do peso corporal. A semaglutida, com aplicação semanal, apresenta resultados entre 10% e 15% de redução de peso. A tirzepatida, por sua vez, demonstra perda de peso média entre 15% e 21%.

O estudo SURMOUNT-5, publicado em 2025 no The New England Journal of Medicine, comparou diretamente a tirzepatida com a semaglutida. Após 72 semanas, os participantes que usaram tirzepatida perderam em média 20,2% do peso corporal, enquanto os que utilizaram semaglutida perderam 13,7%. Além disso, 64,6% dos pacientes com tirzepatida alcançaram perda de pelo menos 15% do peso, comparado a 40,1% dos que usaram semaglutida.

Os resultados dos estudos são animadores, mas é fundamental que o paciente entenda que cada organismo responde de forma diferente aos medicamentos. O acompanhamento médico permite ajustes de dose e identificação precoce de efeitos colaterais“, ressalta Dr. Armênio Mekhitarian.

Os efeitos colaterais mais comuns incluem náuseas, diarreia, constipação e vômitos, geralmente mais intensos no início do tratamento. Em casos raros, podem ocorrer pancreatite, cálculos biliares e problemas renais. Por isso, esses medicamentos têm contraindicações importantes: não devem ser usados por pessoas com histórico pessoal ou familiar de câncer medular de tireoide, síndrome neoplásica endócrina múltipla tipo 2, ou pancreatite aguda ou crônica.

Prescrição médica e acompanhamento são essenciais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou em abril de 2025 que os medicamentos à base de semaglutida e tirzepatida passassem a exigir retenção de receita, com validade de 90 dias. A medida visa coibir a automedicação e o uso inadequado, que aumentam o risco de efeitos adversos graves.

O tratamento com esses medicamentos requer avaliação médica criteriosa. As indicações aprovadas incluem diabetes tipo 2 não controlado com outras terapias e obesidade ou sobrepeso acompanhados de comorbidades como hipertensão, dislipidemia ou apneia do sono. A prescrição deve considerar o histórico de saúde do paciente, interações medicamentosas e capacidade de adesão ao tratamento.

A obesidade é uma doença crônica complexa que exige abordagem multidisciplinar. O uso desses medicamentos sem orientação profissional pode trazer riscos à saúde. É preciso considerar exames prévios, avaliar contraindicações e fazer ajustes conforme a resposta individual“, enfatiza Dr. Mekhitarian.

Os dados mostram que a interrupção do tratamento sem acompanhamento adequado pode resultar em reganho de peso significativo. Estudos indicam que pacientes que descontinuam o uso das medicações sem manutenção de hábitos saudáveis podem recuperar grande parte do peso perdido.

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Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Obesidade atingiu a marca de 9 milhões de pessoas no Brasil em 2024. Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Acesso em 27 de outubro de 2025. Disponível em: https://sbcbm.org.br/obesidade-atingiu-a-marca-de-9-milhoes-de-pessoas-no-brasil-em-2024/

Um a cada três brasileiros vive com obesidade, mostra relatório global. Agência Brasil. Acesso em 27 de outubro de 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/um-cada-tres-brasileiros-vive-com-obesidade-mostra-relatorio-global

Diabetes e obesidade: liraglutida, tirzepatida e semaglutida, qual é melhor? Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo. Disponível em: https://www.sbemsp.org.br/diabetes-e-obesidade-liraglutida-tirzepatida-e-semaglutida-qual-e-melhor/

Aronne LJ, Horn DB, le Roux CW, et al. Tirzepatide as Compared with Semaglutide for the Treatment of Obesity (SURMOUNT-5). The New England Journal of Medicine. 2025. Disponível em: https://portugues.medscape.com/verartigo/6512758

Boletim Epidemiológico Volume 55 Nº 7. Ministério da Saúde. 16 de abril de 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/edicoes/2024/boletim-epidemiologico-volume-55-no-07.pdf

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O que é esteatose hepática e por que você deve se preocupar https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-e-esteatose-hepatica-e-por-que-voce-deve-se-preocupar/ Fri, 24 Oct 2025 22:47:28 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18473 A gordura no fígado afeta entre 30% e 35% dos brasileiros adultos e pode evoluir para doenças graves se não for tratada A esteatose hepática, conhecida popularmente como gordura no fígado, deixou de ser uma condição rara para se tornar um dos problemas de saúde...

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A gordura no fígado afeta entre 30% e 35% dos brasileiros adultos e pode evoluir para doenças graves se não for tratada

A esteatose hepática, conhecida popularmente como gordura no fígado, deixou de ser uma condição rara para se tornar um dos problemas de saúde mais frequentes no país. No Brasil, aproximadamente 30% a 35% da população adulta sofre de esteatose hepática, com prevalência ainda maior entre pessoas com obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. O que torna o quadro ainda mais preocupante é que a doença costuma ser silenciosa nos estágios iniciais.

A esteatose acontece quando as células do fígado são infiltradas por células de gordura. É normal haver presença de gordura no fígado, no entanto quando este índice chega a 5% ou mais o quadro deve ser tratado o mais brevemente possível.

A esteatose hepática é urgente. Muitos pacientes descobrem o problema de forma incidental, durante exames de rotina, quando a condição já está estabelecida“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Quem tem mais risco de desenvolver a doença

O excesso de peso é atualmente uma das principais causas da esteatose hepática não alcoólica, sendo responsável por 60% dos casos de gordura no fígado. A condição pode ser classificada em dois grupos:

  • esteatose alcoólica, provocada pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • não alcoólica, relacionada a fatores como sedentarismo, má alimentação, colesterol alto, pressão arterial elevada e diabetes

Obesidade, diabetes e dislipidemia são os fatores de risco mais frequentes. Esses se associam à hipertensão arterial e a síndrome metabólica. Entre crianças e adolescentes, o cenário também preocupa. No Brasil, a prevalência de esteatose hepática em crianças e adolescentes varia de 3% a 10% na população geral, aumentando para até 53% entre crianças obesas.

Como o diagnóstico é feito

Nos quadros leves, a esteatose hepática não apresenta sintomas específicos. Nos quadros intermediários a pessoa percebe sinais como cansaço excessivo, mal-estar, fraqueza, dor no abdômen e dor de cabeça constante. Nos estágios avançados, quando há inflamação e fibrose, podem surgir sintomas como confusão mental, icterícia e acúmulo de líquido no abdômen.

O diagnóstico geralmente começa com exames de sangue para avaliar os níveis de enzimas hepáticas. Depois da avaliação clínica, exames complementares colaboram com o diagnóstico, como ultrassom do abdome, tomografia computadorizada, ressonância magnética e elastografia hepática.

O ultrassom é usado como primeiro exame de imagem por ser não invasivo e acessível. Depois, vem a elastografia, um método semelhante ao ultrassom, indolor, que mede a elasticidade do tecido hepático e a quantidade de gordura acumulada no fígado“, destaca Dr. Armênio Mekhitarian.

O que acontece se a esteatose não for tratada

A esteatose pode permanecer estável por muitos anos e até regredir, se suas causas forem controladas. Se não o forem, a doença pode evoluir para a esteatoepatite. Nessa fase a esteatose se associa a inflamação e morte celular, fibrose (cicatrização) e tem maior potencial de progressão, ao longo dos anos, para cirrose e para o carcinoma hepatocelular (CHC) ou câncer de fígado.

A progressão da doença não é inevitável, mas requer atenção. Também preocupante é a associação da esteatoepatite, quando não controlada, com a maior frequência de diabetes e hipertensão arterial e com o maior risco de doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral).

Como prevenir e tratar

Não existe um medicamento específico para curar a esteatose hepática. O tratamento se baseia em mudanças no estilo de vida. A medida mais eficaz para controlar e prevenir a esteatose hepática é emagrecer. Para isso, deve-se ter uma dieta hipocalórica, evitar frituras, gorduras e doces e aumentar a ingestão de frutas, legumes, verduras e carnes magras.

A prática regular de atividade física também é fundamental. Evite bebidas alcoólicas. Quem já está com esteatose hepática deve eliminar o álcool do cardápio e priorizar a gordura vegetal sem exagerar.

Pessoas com fatores de risco, como obesidade, diabetes ou síndrome metabólica, devem realizar consultas médicas periódicas e exames de rotina para monitorar a saúde do fígado. Quanto mais cedo a condição for identificada, maiores as chances de reverter o quadro apenas com mudanças de hábitos

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Esteatose Hepática: Dados Clínicos, Evolução, Estadiamento e Ferramentas Diagnósticas. Rede D’Or São Luiz. Acesso em 20 de outubro de 2025. Disponível em: https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/artigo/esteatose-hepatica-dados-clinicos-evolucao-estadiamento-e-ferramentas-diagnosticas

Esteatose Hepática. Ministério da Saúde. Acesso em 20 de outubro de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esteatose-hepatica

Esteatose Hepática. Sociedade Brasileira de Hepatologia. Acesso em 20 de outubro de 2025. Disponível em: https://sbhepatologia.org.br/imprensa/esteatose-hepatica/

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O que você precisa saber antes de fazer um ultrassom peniano https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-fazer-um-ultrassom-peniano/ Sat, 18 Oct 2025 02:01:40 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18468 Exame ajuda no diagnóstico de disfunção erétil e outras condições urológicas, mas ainda gera dúvidas entre os homens O ultrassom peniano ainda é cercado de tabus, mesmo sendo um exame rotineiro. A resistência masculina em procurar atendimento médico preventivo contribui para que doenças urológicas sejam...

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Exame ajuda no diagnóstico de disfunção erétil e outras condições urológicas, mas ainda gera dúvidas entre os homens

O ultrassom peniano ainda é cercado de tabus, mesmo sendo um exame rotineiro. A resistência masculina em procurar atendimento médico preventivo contribui para que doenças urológicas sejam detectadas tardiamente.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) indicam que para o triênio 2023-2025 são estimados 704 mil casos novos de câncer no Brasil por ano, sendo o câncer de próstata o segundo mais incidente em homens, com 72 mil casos novos anuais.

O procedimento é simples e utiliza ondas sonoras de alta frequência para avaliar a estrutura do pênis e o fluxo sanguíneo na região. “O ultrassom peniano é indicado principalmente para investigação de disfunção erétil de origem vascular, mas também pode detectar placas de fibrose, nódulos, fraturas penianas e avaliar a anatomia dos corpos cavernosos“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Quando o exame é solicitado

A principal indicação do ultrassom peniano é a avaliação da disfunção erétil, condição que afeta milhões de homens no Brasil. O exame também pode ser solicitado em casos de curvatura peniana (doença de Peyronie), traumas, suspeita de tumores ou para planejamento de cirurgias urológicas.

Muitos homens chegam ao consultório após anos convivendo com o problema, quando poderiam ter tratamento eficaz se o diagnóstico fosse precoce“, ressalta Dr. Mekhitarian. O especialista observa que a resistência em buscar ajuda médica está relacionada ao constrangimento e à falta de informação sobre o procedimento.

Como se preparar

O preparo para o ultrassom peniano é simples. O paciente não precisa de jejum, mas deve evitar o uso de medicamentos para disfunção erétil nas 24 horas anteriores ao exame, salvo orientação médica contrária. É recomendável comparecer com roupas confortáveis e trazer exames anteriores que possam auxiliar na avaliação.

Durante o procedimento, o paciente permanece deitado em uma maca enquanto o médico radiologista aplica um gel condutor sobre o pênis e desliza o transdutor (pequeno aparelho que emite as ondas sonoras) em diferentes direções. O exame básico dura cerca de 15 a 20 minutos e é indolor.

Quando se trata da investigação de disfunção erétil, o exame pode incluir a técnica de fármaco-indução. “Nesses casos, aplicamos uma injeção de medicamento vasodilatador diretamente nos corpos cavernosos para induzir a ereção e avaliar o fluxo sanguíneo durante esse processo“, esclarece Dr. Mekhitarian. A aplicação do medicamento pode causar leve desconforto, semelhante a uma picada de agulha convencional.

O exame com fármaco-indução pode durar até 30 minutos, pois é necessário aguardar a resposta vascular ao medicamento. Durante esse período, o médico realiza medições com o Doppler colorido para avaliar a velocidade do fluxo sanguíneo nas artérias penianas e verificar se há algum comprometimento vascular.

O que pode diagnosticar

O ultrassom peniano pode detectar diversas condições. Na disfunção erétil de origem vascular, o exame identifica problemas no fluxo arterial ou no mecanismo de retenção venosa. Também é possível visualizar placas fibróticas características da doença de Peyronie, calcificações, hematomas resultantes de traumas e alterações estruturais dos tecidos eréteis.

A Sociedade Brasileira de Urologia reforça a importância do acompanhamento médico regular. Embora o câncer de testículo seja relativamente raro, afetando cerca de 1 em cada 250 homens ao longo da vida, ele responde bem ao tratamento quando detectado precocemente. Entre 2012 e 2021, foram registradas mais de 3.700 mortes por câncer de testículo no Brasil, segundo dados do Atlas de Mortalidade do INCA.

O exame não substitui a consulta urológica nem o autoexame testicular, mas complementa a investigação quando há sintomas ou alterações que precisam ser melhor avaliadas“, finaliza o especialista.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2023.pdf. Acesso em: 12 out. 2025.

INCA estima 704 mil casos de câncer por ano no Brasil até 2025. Instituto Nacional de Câncer, 23 nov. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2022/inca-estima-704-mil-casos-de-cancer-por-ano-no-brasil-ate-2025. Acesso em: 12 out. 2025.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE UROLOGIA – SBU-SP. No Brasil, os mais jovens morrem mais por câncer de testículo. Disponível em: https://sbu-sp.org.br/publico/no-brasil-os-mais-jovens-morrem-mais-por-cancer-de-testiculo/. Acesso em: 12 out. 2025.

INSTITUTO ONCOGUIA. Estatística para Câncer de Testículo. Disponível em: https://www.oncoguia.org.br/conteudo/estatistica-para-cancer-de-testiculo/8740/244/. Acesso em: 12 out. 2025.

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Outubro rosa: o ultrassom pode ajudar a diagnosticar o câncer de mama? https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/outubro-rosa-o-ultrassom-pode-ajudar-a-diagnosticar-o-cancer-de-mama/ Fri, 10 Oct 2025 13:37:05 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18464 Exame complementa a mamografia na detecção precoce e pode identificar tumores não visíveis no método tradicional de rastreamento Outubro rosa: O mês de outubro traz o alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Enquanto a mamografia permanece como “padrão-ouro”, segundo especialistas,...

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Exame complementa a mamografia na detecção precoce e pode identificar tumores não visíveis no método tradicional de rastreamento

Outubro rosa: O mês de outubro traz o alerta para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Enquanto a mamografia permanece como “padrão-ouro”, segundo especialistas, no rastreamento da doença, o ultrassom das mamas é um exame complementar fundamental, especialmente em casos onde o tradicional apresenta limitações.

O ultrassom das mamas não substitui a mamografia, mas oferece informações valiosas que podem fazer a diferença no diagnóstico precoce“, explica Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI). “Em mamas densas, por exemplo, o ultrassom consegue identificar nódulos que podem passar despercebidos na mamografia“, diz.

Quando o ultrassom se destaca na detecção

O ultrassom das mamas utiliza ondas sonoras de alta frequência para formar imagens detalhadas do tecido das mamas. O método se mostra particularmente eficaz em mulheres jovens e naquelas com mamas densas, situações onde a mamografia pode ter limitações na visualização de certas lesões.

Já tivemos casos em que o ultrassom detectou nódulos suspeitos em pacientes com mamografia normal“, relata Dr. Mekhitarian. “A combinação dos dois métodos aumenta significativamente a sensibilidade diagnóstica, permitindo identificar tumores em estágios iniciais“.

Qual a realidade do Brasil

Os dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram a dimensão do desafio no país. A estimativa é de que o Brasil registre 73.610 novos casos de câncer de mama até o fim de 2025. A doença representa o segundo tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma.

Em 2022, foram realizadas mais de 4,2 milhões de mamografias no Sistema Único de Saúde (SUS), das quais cerca de 3,8 milhões foram para rastreamento. Os números evidenciam tanto o esforço do sistema público na detecção precoce quanto a necessidade de ampliar o acesso aos exames complementares.

A estratégia mais eficaz no combate ao câncer de mama envolve a combinação de diferentes métodos diagnósticos. Enquanto a mamografia detecta calcificações e microcalcificações características de tumores iniciais, o ultrassom consegue avaliar com precisão nódulos sólidos e distingui-los de cistos.

A integração dos exames permite uma avaliação mais completa. Em casos duvidosos, o ultrassom pode orientar procedimentos como a biópsia, garantindo maior precisão no diagnóstico“, explica o especialista.

O diagnóstico precoce permanece como principal arma contra a doença. Estudos indicam que a sobrevida em cinco anos varia entre 93% e 100% quando o tumor é detectado em estágios iniciais, enquanto em fases avançadas essa taxa cai para 70% a 72%.

Mulheres acima dos 50 anos devem realizar mamografia anualmente, conforme recomendação médica. Para aquelas com histórico familiar da doença ou outros fatores de risco, a avaliação médica deve ser antecipada. O ultrassom das mamas pode ser indicado como exame complementar ou em situações específicas, como cistos ou antecedentes.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Estima-se que o Brasil registre 73.610 novos casos de câncer de mama até 2025, aponta INCA. Cofen. Acesso em 28 de setembro de 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/brasil-deve-registrar-73-610-novos-casos-de-cancer-de-mama-ate-2025-aponta-inca/

Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. INCA – Instituto Nacional de Câncer. Acesso em 28 de setembro de 2025. Disponível em: https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/estimativa-2023-incidencia-de-cancer-no-brasil

Indicadores de Câncer de Mama. Observatório de Oncologia. Acesso em 28 de setembro de 2025. Disponível em: https://observatoriodeoncologia.com.br/indicadores/2024/indicadores-de-cancer-de-mama/

A importância da mamografia no diagnóstico precoce do câncer de mama. SBCO. Acesso em  28 de setembro de 2025. Disponível em: https://sbco.org.br/a-importancia-da-mamografia-no-diagnostico-precoce-do-cancer-de-mama/

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Por que a bebida alcoólica afeta o fígado e quais exames monitoram o órgão https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/por-que-a-bebida-alcoolica-afeta-o-figado-e-quais-exames-monitoram-o-orgao/ Thu, 25 Sep 2025 13:36:05 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18461 Especialista explica como o álcool causa lesões hepáticas e destaca a importância da detecção precoce Você sabia que o fígado processa mais de 90% do álcool consumido no organismo, transformando-o em substâncias menos tóxicas? Porém, esse processo gera compostos prejudiciais que danificam as células hepáticas...

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Especialista explica como o álcool causa lesões hepáticas e destaca a importância da detecção precoce

Você sabia que o fígado processa mais de 90% do álcool consumido no organismo, transformando-o em substâncias menos tóxicas? Porém, esse processo gera compostos prejudiciais que danificam as células hepáticas progressivamente. Entre elas, a doença hepática alcoólica, que representa uma das principais causas de cirrose no Brasil, mas que pode ser detectada precocemente através de exames específicos.

O álcool é metabolizado principalmente pelo fígado através de duas enzimas: a álcool desidrogenase e a acetaldeído desidrogenase. Durante esse processo, são produzidos radicais livres e acetaldeídos, substâncias que causam inflamação e morte das células hepáticas“, explica Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Como o álcool danifica o fígado

O metabolismo do álcool no fígado consome oxigênio e produz substâncias tóxicas. O acetaldeído, principal metabólito do álcool, liga-se às proteínas celulares e altera seu funcionamento. Esse processo desencadeia uma cascata de reações inflamatórias que comprometem a regeneração hepática.

A doença hepática alcoólica manifesta-se em três estágios: esteatose hepática, hepatite alcoólica e cirrose, que frequentemente se sobrepõem. O primeiro estágio, a esteatose, caracteriza-se pelo acúmulo de gordura nas células hepáticas e ocorre em praticamente todos os indivíduos que consomem álcool em excesso regularmente.

A hepatite alcoólica representa o segundo estágio, marcado por inflamação e necrose das células do fígado. Nesta fase, podem surgir sintomas como fadiga, dor abdominal e icterícia (pele amarela causada pelo acúmulo de bilirrubina no sangue). O estágio final, a cirrose, caracteriza-se pela substituição do tecido hepático funcional por tecido cicatricial, comprometendo irreversivelmente a função do órgão.

Quais exames detectam doenças hepáticas

Os exames mais utilizados para triagem de doenças hepáticas incluem os níveis séricos de aminotransferases, bilirrubinas e fosfatase alcalina. Calma, a gente explica (e descomplica): é com o hepatograma, conjunto de exames laboratoriais, que avalia diferentes aspectos da função hepática.

As transaminases (ALT e AST) indicam lesão das células hepáticas. Uma relação AST/ALT maior que 1 pode indicar doença hepática alcoólica, enquanto um valor menor que 1 pode ser indicativo de hepatite viral. A gama-glutamiltransferase (GGT) é particularmente sensível ao consumo de álcool, elevando-se mesmo com quantidades moderadas da bebida. Eles podem ser diagnosticados através do exame de sangue.

A bilirrubina total e frações avaliam a capacidade do fígado de processar essa substância. A albumina sérica reflete a capacidade de síntese proteica do órgão, enquanto o tempo de protrombina avalia a produção de fatores de coagulação.

Quando é hora de procurar um médico

Os primeiros estágios da doença hepática alcoólica são silenciosos. Nos estágios mais avançados, caracterizados por inflamação e fibrose, os sintomas incluem ascite, encefalopatia e hemorragias. Outros sinais incluem icterícia, fadiga persistente, dor no quadrante superior direito do abdômen e perda de peso inexplicada.

A elastografia hepática representa um avanço na avaliação não invasiva da fibrose hepática. O exame permite detectar alterações estruturais do fígado antes mesmo do aparecimento dos sintomas“, destaca Dr. Mekhitarian.

A detecção precoce é fundamental porque os estágios iniciais da doença hepática alcoólica são reversíveis. A mudança gordurosa e a hepatite alcoólica são provavelmente reversíveis, desde que haja interrupção completa do consumo de álcool e acompanhamento médico adequado.

A progressão da doença pode ser interrompida com mudanças no estilo de vida, incluindo abstinência alcoólica, dieta balanceada e exercícios regulares. O acompanhamento médico regular com exames periódicos permite monitorar a evolução do quadro e ajustar o tratamento conforme necessário.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Doença hepática alcoólica – Distúrbios hepáticos e biliares – Manuais MSD edição para profissionais. Acesso em 24 de setembro de 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-hepáticos-e-biliares/doença-hepática-alcoólica/doença-hepática-alcoólica

Exames laboratoriais para fígado e da vesícula biliar – Manuais MSD edição para profissionais. Acesso em 24 de setembro de 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/distúrbios-hepáticos-e-biliares/exames-para-distúrbios-hepáticos-e-biliares/exames-laboratoriais-para-fígado-e-da-vesícula-biliar

Esteatose hepática – Biblioteca Virtual em Saúde MS. Acesso em 24 de setembro de 2025. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/esteatose-hepatica/

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O que você precisa saber sobre o ultrassom 8D https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-ultrassom-8d/ Thu, 18 Sep 2025 18:48:36 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18457 Tecnologia que popularizou nas últimas semanas combina inteligência artificial com ultrassom tradicional para gerar imagens hiperrealistas de bebês Você viu? O ultrassom 8D ganhou destaque recentemente nas redes sociais após celebridades compartilharem imagens de seus bebês ainda no útero com qualidade fotográfica. Apesar do nome...

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Tecnologia que popularizou nas últimas semanas combina inteligência artificial com ultrassom tradicional para gerar imagens hiperrealistas de bebês

Você viu? O ultrassom 8D ganhou destaque recentemente nas redes sociais após celebridades compartilharem imagens de seus bebês ainda no útero com qualidade fotográfica. Apesar do nome sugestivo, a tecnologia não representa uma nova dimensão física no exame, mas sim uma nova forma como as imagens são processadas.

É uma ‘evolução’ do ultrassom 3D e 4D, que tem melhorias na qualidade, definição e realismo das imagens, mas não tem novas dimensões no sentido físico“, explica Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI). “É uma forma de marketing desses aparelhos novos“, diz.

Como funciona o ultrassom 8D

O procedimento funciona de forma diferente dos ultrassons convencionais. A técnica usa inteligência artificial para processar imagens de ultrassons tradicionais, utilizando um software de IA que interpreta os dados e as imagens de um exame de ultrassom comum, em 3D ou 4D, e gera uma foto do rosto do feto em alta definição. 

Para compreender o ultrassom 8D, é importante conhecer as diferenças entre as tecnologias disponíveis. No ultrassom 3D, é possível ver detalhes da anatomia fetal, como rosto, membros e órgãos, proporcionando uma visão mais nítida e realista do bebê em desenvolvimento. Já no ultrassom 4D, uma extensão do 3D, é possível ver as imagens tridimensionais em tempo real.

O ultrassom 4D adiciona a dimensão do tempo ao ultrassom 3D, resultando em imagens em movimento ao vivo. Com o ultrassom 4D, os pais podem ver seu bebê se movendo em tempo real dentro do útero, incluindo movimentos como bocejar e piscar de olhos.

O ultrassom 8D vai além, processando essas imagens através de inteligência artificial. “O ultrassom vai conseguir uma imagem 3D bruta e a inteligência artificial vai atuar dentro dessa imagem para torná-la mais real, com textura de pele“, esclarece Dr. Mekhitarian.

O ultrassom 8D é melhor que os outros?

Do ponto de vista médico, o ultrassom 8D não oferece vantagens diagnósticas em relação aos exames convencionais. Em geral, os ultrassons 3D e 4D identificam as mesmas doenças que o ultrassom convencional, porém de forma mais detalhada, e essa regra se aplica também ao 8D.

A principal função do ultrassom 8D é emocional“, afirma Dr. Mekhitarian. “Ele fortalece a conexão entre os pais e o bebê, mas não substitui a importância do acompanhamento médico regular durante a gestação”, finaliza.

O exame segue os mesmos protocolos de preparo dos ultrassons tradicionais. Para exames abdominais, pode ser necessário beber água antes do procedimento para melhorar a visualização. É fundamental que o exame seja realizado por profissional especializado, pois a interpretação adequada das imagens requer conhecimento técnico.

O que perguntar ao médico

Durante a consulta, os pacientes devem questionar sobre a real necessidade do exame, considerando que se trata de uma técnica com finalidade principalmente emocional. É importante perguntar sobre os custos envolvidos, pois o ultrassom 8D geralmente tem valor superior aos exames convencionais.

Também é recomendável questionar sobre a experiência do profissional com a tecnologia e quais equipamentos são utilizados. “A qualidade final da imagem depende tanto do equipamento quanto da habilidade do operador“, ressalta Dr. Mekhitarian.

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Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Ultrassom em 8D mostra filha de Ludmilla com perfeição; como funciona?. Acesso em 14 de setembro de 2025. Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/05/08/ultrassom-em-8d-mostra-filha-de-ludmilla-com-perfeicao-como-funciona.htm?cmpid=copiaecola.

Ultrassom 8D: técnica com inteligência artificial ‘revela’ rosto de bebês antes do nascimento. Acesso em 14 de setembro de 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2025/08/24/ultrassom-8d-tecnica-com-inteligencia-artificial-revela-rosto-de-bebes-antes-do-nascimento.ghtml.

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Triglicérides x diabetes: qual a relação? https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/triglicerides-x-diabetes-qual-a-relacao/ Fri, 12 Sep 2025 21:30:22 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18450 Conexão entre níveis elevados de triglicérides e diabetes tipo 2 exige monitoramento constante e mudanças no estilo de vida para prevenção de complicações cardiovasculares Você saberia dizer qual a relação entre triglicérides e diabetes? O diabetes tipo 2 atinge 10,2% da população brasileira, segundo dados...

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Conexão entre níveis elevados de triglicérides e diabetes tipo 2 exige monitoramento constante e mudanças no estilo de vida para prevenção de complicações cardiovasculares

Você saberia dizer qual a relação entre triglicérides e diabetes? O diabetes tipo 2 atinge 10,2% da população brasileira, segundo dados da pesquisa Vigitel Brasil 2023.

Paralelamente, muitos pacientes apresentam alterações nos níveis de triglicérides, uma condição que pode estar diretamente relacionada ao desenvolvimento da doença. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Diabetes, o país tem cerca de 20 milhões de pessoas com diabetes, o que coloca o Brasil entre os países com maior incidência da condição no mundo.

Triglicérides x diabetes

A conexão entre triglicérides elevados e diabetes tipo 2 não é apenas uma coincidência. Ambas as condições compartilham fatores de risco similares e podem influenciar o desenvolvimento uma da outra.

Quando observamos pacientes com triglicérides elevados, frequentemente encontramos resistência à insulina, que é o precursor do diabetes tipo 2“, explica Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI). Ele explica que a elastografia hepática é um dos exames de imagem iniciais para esses pacientes, que pode diagnosticar a esteatose hepática, condição comum que pode agravar tanto os níveis de triglicérides quanto a resistência insulínica.

Valores de referência e fatores de risco

Os valores normais de triglicérides são considerados abaixo de 150 mg/dL. Quando ultrapassam esse limite, representam um sinal de alerta para possível desenvolvimento de diabetes tipo 2. Valores entre 150-199 mg/dL indicam níveis moderadamente altos, enquanto acima de 200 mg/dL são considerados altos.

Os principais fatores que elevam os triglicérides incluem dieta rica em carboidratos refinados e gorduras saturadas, sedentarismo, consumo excessivo de álcool, obesidade abdominal e predisposição genética. Estes mesmos elementos contribuem para o desenvolvimento da resistência à insulina, estabelecendo um ciclo que favorece o aparecimento do diabetes tipo 2.

Como controlar os triglicérides

O controle simultâneo dos triglicérides e da glicemia requer abordagem multidisciplinar. Mudanças alimentares incluem redução do consumo de açúcares simples, carboidratos refinados e bebidas alcoólicas, além do aumento da ingestão de fibras, ômega-3 e proteínas magras. A prática regular de exercícios físicos, especialmente atividades aeróbicas combinadas com treinamento de resistência, demonstra eficácia significativa na redução de ambos os parâmetros.

E quando falamos de diagnóstico, a elastografia hepática permite identificar precocemente o acúmulo de gordura no fígado, condição presente em até 70% dos pacientes diabéticos. Este exame não invasivo fornece informações sobre o grau de fibrose hepática e pode orientar estratégias terapêuticas mais precisas“, destaca Dr. Mekhitarian.

Importância do acompanhamento médico

O monitoramento regular através de exames laboratoriais é fundamental para detectar alterações precocemente. Pacientes com histórico familiar de diabetes ou triglicérides alterados devem realizar avaliações anuais, enquanto aqueles com fatores de risco múltiplos podem necessitar de acompanhamento semestral.

O tratamento medicamentoso pode ser necessário quando mudanças no estilo de vida não são suficientes. Medicamentos como estatinas, fibratos e inibidores da SGLT2 podem atuar simultaneamente no controle lipídico e glicêmico. A elastografia hepática complementa a avaliação clínica ao fornecer dados objetivos sobre a condição do fígado, órgão central no metabolismo de lipídeos e glicose.

O diagnóstico precoce e o manejo adequado da relação entre triglicérides e diabetes tipo 2 podem prevenir complicações cardiovasculares e melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Mais de 10% dos brasileiros vivem com diabetes. Agência Brasil. Acesso em 10 de setembro de 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-11/mais-de-10-dos-brasileiros-vivem-com-diabetes

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Setembro Amarelo: por que falar de saúde mental não é frescura https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/setembro-amarelo-por-que-falar-de-saude-mental-nao-e-frescura/ Fri, 05 Sep 2025 20:59:51 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18446 Dados mostram que afastamentos por transtornos mentais dobraram em dez anos no Brasil Setembro Amarelo: O Brasil enfrenta uma crise silenciosa. Os afastamentos por problemas de saúde mental aumentaram 134%, passando de 201 mil em 2022 para 472 mil em 2024. No Brasil, a depressão...

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Dados mostram que afastamentos por transtornos mentais dobraram em dez anos no Brasil

Setembro Amarelo: O Brasil enfrenta uma crise silenciosa. Os afastamentos por problemas de saúde mental aumentaram 134%, passando de 201 mil em 2022 para 472 mil em 2024.

No Brasil, a depressão atinge 11,5 milhões de pessoas (5,8% da população), enquanto distúrbios relacionados à ansiedade afetam mais de 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população). O país é o 4º mais estressado do mundo, com 42% da população relatando esse sentimento, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A saúde mental é tão importante quanto a saúde física. Quando uma pessoa quebra uma perna, ninguém questiona a necessidade de procurar um médico. O mesmo deve acontecer com os transtornos mentais“, afirma Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI). “O atendimento clínico é importante e o diagnóstico precoce por meio de exames de imagem também pode auxiliar na identificação de alterações neurológicas que impactam a saúde mental“.

Mitos que prejudicam o tratamento

O preconceito permanece como uma das maiores barreiras para quem precisa de ajuda. Expressões como “isso é coisa da sua cabeça” ou “você só precisa se esforçar mais” refletem a falta de compreensão sobre a natureza dos transtornos mentais. Essas condições têm base biológica, envolvem alterações nos neurotransmissores e podem ser diagnosticadas e tratadas com eficácia.

Uma pesquisa da Datafolha, de setembro de 2024, revelou que 7% dos adultos brasileiros avaliam sua saúde mental como ruim ou péssima, enquanto 30% relatam dificuldades frequentes para dormir e 31% convivem com ansiedade de forma recorrente. O impacto é mais acentuado entre os jovens.

Mudanças no padrão de sono, perda de interesse em atividades antes prazerosas, alterações significativas no apetite, dificuldade de concentração, sentimentos persistentes de tristeza ou vazio, irritabilidade excessiva e pensamentos sobre morte são indicadores que merecem atenção profissional.

Saúde mental: quando precisa de atenção

Os afastamentos por transtornos de ansiedade aumentaram mais de 400% em relação a 2014, quando somavam 32 mil. Já os afastamentos por episódios depressivos quase dobraram em uma década. Esses dados demonstram como a falta de tratamento adequado pode evoluir para incapacitação temporária ou permanente.

Assim como utilizamos exames de imagem para detectar precocemente doenças cardíacas ou oncológicas, a identificação inicial dos transtornos mentais pode prevenir complicações graves, incluindo o suicídio“, destaca Dr. Mekhitarian. “A medicina já dispõe de ferramentas que apoiam o paciente, por isso, incentivamos que se tenha um caminho livre para ele possa falar sobre a doença sem estigmas ou preconceitos. Isso faz toda a diferença – tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento“.

Quando procurar ajuda

A busca por auxílio profissional deve acontecer quando os sintomas persistem por mais de duas semanas e interferem nas atividades cotidianas, relacionamentos ou trabalho.

O tratamento pode envolver psicoterapia, medicação ou ambos, dependendo do caso. A abordagem multidisciplinar, que inclui médicos, psicólogos e outros profissionais de saúde, aumenta as chances de recuperação e melhora na qualidade de vida.

O Setembro Amarelo existe para desmistificar os transtornos mentais e incentivar a busca por tratamento. Cuidar da mente não é luxo nem fraqueza – é necessidade básica de saúde e direito de todos.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Instituto de Psiquiatria (IPq). “Saúde mental no Brasil: dados e panorama”. Abril de 2024. Disponível em: https://ipqhc.org.br/2024/04/15/saude-mental-no-brasil-dados-e-panorama/

Ipsos. “Brasil é o 4º país mais estressado do mundo com 42% da população relatando esse sentimento”. Fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.ipsos.com/pt-br/world-mental-health-day-2024

As Nações Unidas no Brasil. “Brasil: Afastamentos por problemas de saúde mental aumentam 134%”. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/292926-brasil-afastamentos-por-problemas-de-sa%C3%BAde-mental-aumentam-134

Saudebusiness. “Saúde Mental no Brasil: Cenário Atual, Impactos e Desafios”. Maio de 2025. Disponível em: https://www.saudebusiness.com/artigos/o-cenario-da-saude-mental-no-brasil/

Organização Mundial da Saúde. “OMS registra aumento de casos de depressão em todo o mundo; no Brasil são 11,5 milhões de pessoas”. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/75837-oms-registra-aumento-de-casos-de-depressão-em-todo-o-mundo-no-brasil-são-115-milhões-de

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“O médico pediu ultrassom com Doppler”. O que é isso? https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-medico-pediu-ultrassom-com-doppler-o-que-e-isso/ Thu, 28 Aug 2025 19:31:55 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18442 Exame permite visualizar fluxo sanguíneo e detectar alterações vasculares que passariam despercebidas no ultrassom tradicional Você está fazendo exames quando o médico solicita um ultrassom com Doppler. Afinal, o que pode ser isso? Muitos pacientes ficam em dúvida sobre as diferenças desse exame em relação...

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Exame permite visualizar fluxo sanguíneo e detectar alterações vasculares que passariam despercebidas no ultrassom tradicional

Você está fazendo exames quando o médico solicita um ultrassom com Doppler. Afinal, o que pode ser isso? Muitos pacientes ficam em dúvida sobre as diferenças desse exame em relação ao ultrassom convencional – e vamos responder algumas delas aqui.

A principal diferença entre o ultrassom convencional e o Doppler está no que eles medem. O ultrassom convencional cria imagens estáticas dos órgãos e tecidos, enquanto o Doppler avalia o fluxo sanguíneo.

Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI), explica que o Doppler permite uma visualização mais dinâmica e detalhada do movimento do sangue nos vasos, “o que é fundamental para identificar obstruções, anormalidades e alterações na circulação que poderiam passar despercebidas no exame tradicional“, diz.

Quando o Doppler pode ser indicado

O ultrassom com Doppler é indicado em diversas situações clínicas. É usado para avaliar alterações nas carótidas, artérias responsáveis por levar sangue do coração ao cérebro. Essas alterações, causadas por obstruções ou estreitamentos desses vasos, podem levar até mesmo ao desenvolvimento de um acidente vascular cerebral. O médico pode pedir um ultrassom com Doppler para verificar a funcionalidade dos órgãos, especialmente em casos de pacientes que contam com predisposição genética para o desenvolvimento de doenças, como no caso da trombose ou de outras patologias cardiovasculares.

Como se preparar para o Doppler

Na grande maioria dos casos, a ultrassonografia com Doppler não exige que o paciente adote preparações especiais. No geral, não é necessário nenhum tipo de preparo anterior ao exame, como o jejum ou parar de consumir algo em especial. Mas fique atento pois algumas modalidades do exame exigem alguns cuidados, como é o caso da avaliação da região abdominal ou peitoral.

Para fazer o exame, o paciente precisa deitar em uma maca. Então, o médico passa um gel tanto no dispositivo quanto no corpo do paciente. O teste leva entre 10 a 30 minutos (podendo variar conforme o órgão e o avaliador) – vale lembrar que o exame, assim como um ultrassom convencional, é indolor e não causa nenhum tipo de incômodo.

O que perguntar ao médico

Antes de realizar o exame, é importante que o paciente tire suas dúvidas com o profissional. Algumas perguntas relevantes incluem: qual região será examinada, se há necessidade de preparo específico, qual o objetivo do exame e quando o resultado ficará disponível.

O paciente deve sempre questionar sobre os achados durante o próprio exame, pois isso ajuda a esclarecer dúvidas imediatamente e permite uma melhor compreensão do seu quadro clínico“, orienta Dr. Mekhitarian.

Aproveite o momento do exame para tirar dúvidas com o profissional que fará o procedimento. Ele é um médico radiologista, especializado em medicina diagnóstica, e poderá te orientar.

Confira a página especial sobre Doppler do Instituto Avançado de Imagem e confira as principais perguntas e respostas sobre o exame.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

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