Arquivos ultrassom dermatologico - Instituto Avançado de Imagem Exames de Imagem com a máxima qualidade Sat, 07 Jun 2025 18:55:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 O que você precisa saber antes de fazer um ultrassom dermatológico https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-voce-precisa-saber-antes-de-fazer-um-ultrassom-dermatologico/ Sat, 07 Jun 2025 18:55:07 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18359 Exame permite detectar câncer de pele em estágio inicial e avaliar estruturas profundas que não são visíveis a olho nu Ultrassom na pele, você já ouviu falar? O ultrassom dermatológico permite aos médicos visualizar camadas profundas da pele e detectar alterações que passariam despercebidas em...

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Exame permite detectar câncer de pele em estágio inicial e avaliar estruturas profundas que não são visíveis a olho nu

Ultrassom na pele, você já ouviu falar? O ultrassom dermatológico permite aos médicos visualizar camadas profundas da pele e detectar alterações que passariam despercebidas em exames clínicos convencionais.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de pele corresponde a 27% de todos os tumores malignos no país, o que torna a detecção precoce fundamental para o sucesso do tratamento.

Como funciona

O procedimento utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens detalhadas das estruturas cutâneas, permitindo a visualização de lesões, tumores e alterações inflamatórias.

Com o ultrassom dermatológico, conseguimos avaliar a profundidade de invasão tumoral, identificar comprometimento de estruturas como cartilagens e vasos sanguíneos, e até mesmo orientar procedimentos invasivos com maior precisão“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista especializado em diagnóstico por imagem há mais de 30 anos e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem.

Quando o exame é indicado

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 704 mil casos de câncer por ano no Brasil até 2025, sendo o câncer de pele não melanoma o de maior incidência no país, representando 31,3% dos casos.

O exame é frequentemente solicitado para avaliação de nódulos cutâneos, lesões pigmentadas suspeitas, tumores de pele, processos inflamatórios crônicos e para monitoramento de tratamentos oncológicos.

Também tem aplicação crescente na medicina estética, auxiliando na localização segura de preenchedores e na identificação de complicações pós-procedimentos. No entanto, o exame apresenta limitações em lesões muito superficiais ou em áreas com presença de ar, como feridas abertas.

Diferentemente de outros exames de imagem, o ultrassom dermatológico não requer preparo específico do paciente. O procedimento é realizado com o paciente deitado, utilizando gel condutor sobre a pele para otimizar a transmissão das ondas sonoras. A duração varia entre 15 e 30 minutos, dependendo da extensão da área a ser examinada.

A eficácia do ultrassom dermatológico depende diretamente da experiência do profissional que realiza o exame. Os tipos mais frequentes são os carcinomas basocelular e espinocelular, responsáveis por aproximadamente 177 mil novos casos ao ano, condições que podem ser detectadas precocemente através desta modalidade de imagem.

O método permite diferenciação entre lesões benignas e malignas com base em características como ecogenicidade, vascularização e padrões de infiltração tecidual. Estudos demonstram que a combinação do exame clínico com o ultrassom dermatológico aumenta significativamente a acurácia diagnóstica, especialmente em lesões melanocíticas.

A tecnologia continua evoluindo, com o desenvolvimento de transdutores de maior frequência e softwares de análise mais sofisticados, prometendo ampliar ainda mais as aplicações clínicas do ultrassom dermatológico nos próximos anos”, diz o especialista.

Conte com o Instituto Avançado de Imagem

Para diagnósticos como elastografia hepática, Doppler, Doppler transcraniano, biópsia, ultrassom, ultrassom morfológico 4D, punção e core-biópsia guiadas por ultrassom e ultrassom dermatológico de alta frequência, conte conosco com toda a segurança e qualidade que você merece.

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Se preferir atendimento presencial, o IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP.

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Câncer de pele: saiba como prevenir, diagnosticar e tratar. Acesso em 05 de junho de 2025. Disponível em: https://www.inca.gov.br/noticias/cancer-de-pele-saiba-como-prevenir-diagnosticar-e-tratar

Brasil deve registrar 704 mil casos de câncer ao ano entre 2023 e 2025. Acesso em 05 de junho de 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-11/brasil-deve-registrar-704-mil-casos-de-cancer-ao-ano-entre-2023-e-2025

Câncer de pele: Tipos, principais sintomas, tratamento e prevenção. Acesso em 05 de junho de 2025. Disponível em: https://www.sbd.org.br/doencas/cancer-da-pele/

Câncer de pele não melanoma: cirurgia para a retirada de um carcinoma basocelular é feita no Centro Cirúrgico Ambulatorial, com alta no mesmo dia. Acesso em 05 de junho de 2025. Disponível em: https://accamargo.org.br/sobre-o-cancer/noticias/cancer-de-pele-nao-melanoma-cirurgia-para-retirada-de-um-carcinoma

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O que o ultrassom dermatológico ajuda a diagnosticar https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-o-ultrassom-dermatologico-ajuda-a-diagnosticar/ Fri, 11 Apr 2025 22:53:46 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18325 Exame não invasivo permite visualizar estruturas cutâneas em profundidade e auxilia no acompanhamento de diversas condições dermatológicas Você provavelmente conhece o ultrassom de órgãos e morfológico. Mas e da pele, já ouviu falar? O exame, que utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens...

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Exame não invasivo permite visualizar estruturas cutâneas em profundidade e auxilia no acompanhamento de diversas condições dermatológicas

Você provavelmente conhece o ultrassom de órgãos e morfológico. Mas e da pele, já ouviu falar? O exame, que utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens das estruturas cutâneas, permite enxergar além da superfície da pele, identificando alterações que não seriam visíveis a olho nu.

O ultrassom dermatológico traz uma visão privilegiada das camadas da pele, permitindo diagnósticos mais precisos sem a necessidade de procedimentos invasivos“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista especializado em diagnóstico por imagem há mais de 20 anos e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI). “Diferente da biópsia, que requer a retirada de um fragmento de tecido, o ultrassom é indolor e fornece resultados imediatos”, complementa.

O que pode ser diagnosticado

O exame é particularmente eficaz na identificação de tumores cutâneos, auxiliando na diferenciação entre lesões benignas e malignas. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o câncer de pele representa 33% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil, com mais de 185 mil novos casos registrados anualmente. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que, a cada ano, são registrados cerca de 185 mil novos casos de câncer de pele no Brasil.

Além dos tumores, o ultrassom dermatológico pode avaliar doenças inflamatórias como psoríase e dermatite, infecções de pele e tecidos moles, cistos, lipomas e corpos estranhos. O exame também auxilia na identificação precoce de metástases em linfonodos regionais em pacientes com melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele.

Para pacientes em tratamento, o ultrassom faz parte do acompanhamento da evolução das doenças. “Com o ultrassom, conseguimos monitorar a resposta ao tratamento em tempo real, avaliando se está havendo redução no tamanho de lesões ou melhora em processos inflamatórios“, afirma Dr. Mekhitarian.

No caso de doenças crônicas da pele, como a esclerodermia, o ultrassom permite avaliar o espessamento da pele e identificar calcificações nos tecidos, orientando ajustes no tratamento.

O ultrassom nos permite enxergar estruturas com poucos milímetros, o que facilita a detecção de lesões iniciais quando as chances de cura são significativamente maiores“, ressalta o radiologista. “No caso do melanoma, por exemplo, quando diagnosticado em estágio inicial, a taxa de sobrevida em cinco anos ultrapassa 90%”.

Especialistas recomendam que pessoas com histórico familiar de câncer de pele, múltiplos nevos (pintas), pele clara com histórico de queimaduras solares ou doenças autoimunes com manifestações cutâneas considerem a inclusão do ultrassom dermatológico em seus exames de rotina, sempre sob orientação médica.

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Se preferir atendimento presencial, o IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP.

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

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