Arquivos elastografia hepática - Instituto Avançado de Imagem Exames de Imagem com a máxima qualidade Sat, 25 Oct 2025 22:52:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 O que é esteatose hepática e por que você deve se preocupar https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-e-esteatose-hepatica-e-por-que-voce-deve-se-preocupar/ Fri, 24 Oct 2025 22:47:28 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18473 A gordura no fígado afeta entre 30% e 35% dos brasileiros adultos e pode evoluir para doenças graves se não for tratada A esteatose hepática, conhecida popularmente como gordura no fígado, deixou de ser uma condição rara para se tornar um dos problemas de saúde...

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A gordura no fígado afeta entre 30% e 35% dos brasileiros adultos e pode evoluir para doenças graves se não for tratada

A esteatose hepática, conhecida popularmente como gordura no fígado, deixou de ser uma condição rara para se tornar um dos problemas de saúde mais frequentes no país. No Brasil, aproximadamente 30% a 35% da população adulta sofre de esteatose hepática, com prevalência ainda maior entre pessoas com obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. O que torna o quadro ainda mais preocupante é que a doença costuma ser silenciosa nos estágios iniciais.

A esteatose acontece quando as células do fígado são infiltradas por células de gordura. É normal haver presença de gordura no fígado, no entanto quando este índice chega a 5% ou mais o quadro deve ser tratado o mais brevemente possível.

A esteatose hepática é urgente. Muitos pacientes descobrem o problema de forma incidental, durante exames de rotina, quando a condição já está estabelecida“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Quem tem mais risco de desenvolver a doença

O excesso de peso é atualmente uma das principais causas da esteatose hepática não alcoólica, sendo responsável por 60% dos casos de gordura no fígado. A condição pode ser classificada em dois grupos:

  • esteatose alcoólica, provocada pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas
  • não alcoólica, relacionada a fatores como sedentarismo, má alimentação, colesterol alto, pressão arterial elevada e diabetes

Obesidade, diabetes e dislipidemia são os fatores de risco mais frequentes. Esses se associam à hipertensão arterial e a síndrome metabólica. Entre crianças e adolescentes, o cenário também preocupa. No Brasil, a prevalência de esteatose hepática em crianças e adolescentes varia de 3% a 10% na população geral, aumentando para até 53% entre crianças obesas.

Como o diagnóstico é feito

Nos quadros leves, a esteatose hepática não apresenta sintomas específicos. Nos quadros intermediários a pessoa percebe sinais como cansaço excessivo, mal-estar, fraqueza, dor no abdômen e dor de cabeça constante. Nos estágios avançados, quando há inflamação e fibrose, podem surgir sintomas como confusão mental, icterícia e acúmulo de líquido no abdômen.

O diagnóstico geralmente começa com exames de sangue para avaliar os níveis de enzimas hepáticas. Depois da avaliação clínica, exames complementares colaboram com o diagnóstico, como ultrassom do abdome, tomografia computadorizada, ressonância magnética e elastografia hepática.

O ultrassom é usado como primeiro exame de imagem por ser não invasivo e acessível. Depois, vem a elastografia, um método semelhante ao ultrassom, indolor, que mede a elasticidade do tecido hepático e a quantidade de gordura acumulada no fígado“, destaca Dr. Armênio Mekhitarian.

O que acontece se a esteatose não for tratada

A esteatose pode permanecer estável por muitos anos e até regredir, se suas causas forem controladas. Se não o forem, a doença pode evoluir para a esteatoepatite. Nessa fase a esteatose se associa a inflamação e morte celular, fibrose (cicatrização) e tem maior potencial de progressão, ao longo dos anos, para cirrose e para o carcinoma hepatocelular (CHC) ou câncer de fígado.

A progressão da doença não é inevitável, mas requer atenção. Também preocupante é a associação da esteatoepatite, quando não controlada, com a maior frequência de diabetes e hipertensão arterial e com o maior risco de doenças cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral).

Como prevenir e tratar

Não existe um medicamento específico para curar a esteatose hepática. O tratamento se baseia em mudanças no estilo de vida. A medida mais eficaz para controlar e prevenir a esteatose hepática é emagrecer. Para isso, deve-se ter uma dieta hipocalórica, evitar frituras, gorduras e doces e aumentar a ingestão de frutas, legumes, verduras e carnes magras.

A prática regular de atividade física também é fundamental. Evite bebidas alcoólicas. Quem já está com esteatose hepática deve eliminar o álcool do cardápio e priorizar a gordura vegetal sem exagerar.

Pessoas com fatores de risco, como obesidade, diabetes ou síndrome metabólica, devem realizar consultas médicas periódicas e exames de rotina para monitorar a saúde do fígado. Quanto mais cedo a condição for identificada, maiores as chances de reverter o quadro apenas com mudanças de hábitos

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Para diagnósticos como elastografia hepática, Doppler, Doppler transcraniano, biópsia, ultrassom, ultrassom morfológico 4D, punção e core-biópsia guiadas por ultrassom e ultrassom dermatológico de alta frequência, conte conosco com toda a segurança e qualidade que você merece.

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Se preferir atendimento presencial, o IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Esteatose Hepática: Dados Clínicos, Evolução, Estadiamento e Ferramentas Diagnósticas. Rede D’Or São Luiz. Acesso em 20 de outubro de 2025. Disponível em: https://www.rededorsaoluiz.com.br/noticias/artigo/esteatose-hepatica-dados-clinicos-evolucao-estadiamento-e-ferramentas-diagnosticas

Esteatose Hepática. Ministério da Saúde. Acesso em 20 de outubro de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esteatose-hepatica

Esteatose Hepática. Sociedade Brasileira de Hepatologia. Acesso em 20 de outubro de 2025. Disponível em: https://sbhepatologia.org.br/imprensa/esteatose-hepatica/

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Mês de luta contra as hepatites virais: como prevenir https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/mes-de-luta-contra-as-hepatites-virais-como-prevenir/ Fri, 04 Jul 2025 12:53:53 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18409 Brasil registra mais de 785 mil casos de hepatites virais em 23 anos, segundo dados do Ministério da Saúde Hepatite: o Brasil enfrenta números preocupantes quando o assunto são as hepatites virais. Entre 2000 e 2023, foram confirmados 785.571 casos da doença no país, segundo...

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Brasil registra mais de 785 mil casos de hepatites virais em 23 anos, segundo dados do Ministério da Saúde

Hepatite: o Brasil enfrenta números preocupantes quando o assunto são as hepatites virais. Entre 2000 e 2023, foram confirmados 785.571 casos da doença no país, segundo o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Os dados mostram que a hepatite C representa 40,6% dos casos, seguida pela hepatite B (36,8%) e hepatite A (21,8%). 

O diagnóstico precoce das hepatites virais é fundamental para evitar complicações graves“, afirma o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem.

Muitos pacientes chegam aos consultórios já com sintomas avançados, quando poderiam ter sido tratados de forma mais eficaz se a doença fosse detectada em estágios iniciais“, diz.

A hepatite viral atinge o fígado e pode evoluir para cirrose e câncer hepático quando não tratada adequadamente. O órgão responsável por mais de 500 funções no organismo fica comprometido, prejudicando desde a digestão até a produção de proteínas essenciais.

Exames que diagnosticam a hepatite

A elastografia hepática é um exame que funciona de forma similar a um ultrassom convencional, mas com a capacidade de medir a rigidez do fígado, identificando sinais de fibrose e cirrose.

A elastografia permite avaliar o grau de comprometimento hepático sem a necessidade de procedimentos invasivos. É um exame rápido, que dura entre 20 e 30 minutos, e oferece informações precisas sobre o estado do fígado“, explica o especialista.

O paciente deve informar ao médico sobre medicamentos em uso, especialmente anti-inflamatórios e anticoagulantes, incluindo suplementos e medicações naturais.

Antes do exame, alguns questionamentos são comuns entre os pacientes. O primeiro refere-se ao jejum necessário. Diferentemente de outros exames, a elastografia hepática requer apenas seis horas sem alimentos sólidos, sendo permitida a ingestão de água.

Durante o procedimento, o paciente fica deitado em posição dorsal enquanto o profissional aplica o transdutor sobre a região do fígado. O exame não causa dor, apenas uma leve pressão na área abdominal.

Saiba mais sobre elastografia clicando neste link.

Como prevenir as hepatites virais

A vacinação representa a principal forma de prevenção contra as hepatites A e B. O Sistema Único de Saúde oferece as vacinas gratuitamente, seguindo o calendário nacional de imunização. Para a hepatite C, que não possui vacina disponível, a prevenção baseia-se em cuidados com materiais perfurocortantes e práticas sexuais seguras.

O uso de preservativos durante relações sexuais, esterilização adequada de instrumentos médicos e odontológicos, e cuidados em procedimentos estéticos representam medidas preventivas fundamentais. Profissionais de saúde devem redobrar a atenção com equipamentos de proteção individual.

A campanha nacional de conscientização sobre hepatites virais acontece anualmente em julho, mês escolhido para intensificar ações educativas e diagnósticos. O objetivo é reduzir a subnotificação de casos e garantir tratamento adequado aos portadores da doença.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Dados de Hepatites Virais são divulgados pelo Ministério da Saúde. APM. Acesso em 29 de junho de 2025. Disponível em: https://www.apm.org.br/dados-de-hepatites-virais-sao-divulgados-pelo-ministerio-da-saude/

Boletim Epidemiológico – Hepatites Virais (2024). Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Acesso em 29 de junho de 2025. Disponível em: https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2024/boletim-epidemiologico-hepatites-virais-2024/view

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Você se automedica? Saiba que o hábito pode sobrecarregar seu fígado https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/voce-se-automedica-saiba-que-o-habito-pode-sobrecarregar-seu-figado/ Sat, 28 Jun 2025 00:38:20 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18403 Uso indiscriminado de medicamentos sem orientação médica representa 30% dos casos de hepatite aguda no mundo Seja sincero: você se automedica? A prática de tomar medicamentos por conta própria pode parecer inofensiva para quem busca alívio rápido de sintomas. No entanto, esse comportamento representa um...

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Uso indiscriminado de medicamentos sem orientação médica representa 30% dos casos de hepatite aguda no mundo

Seja sincero: você se automedica? A prática de tomar medicamentos por conta própria pode parecer inofensiva para quem busca alívio rápido de sintomas. No entanto, esse comportamento representa um risco significativo para a saúde hepática.

Lesões hepáticas tóxicas representam cerca de 30% das hepatites agudas em estatísticas mundiais, segundo dados.

Função do fígado

O fígado, principal órgão responsável pelo metabolismo de substâncias químicas no organismo, funciona como uma “central” de processamento que filtra medicamentos, toxinas e outros compostos. Quando sobrecarregado por doses inadequadas ou uso prolongado de remédios, pode desenvolver hepatotoxicidade – condição que provoca danos às células hepáticas.

O paciente muitas vezes não percebe que está causando lesões ao fígado porque os sintomas podem demorar para aparecer. Por isso, exames como a elastografia hepática são fundamentais para detectar alterações antes que se tornem irreversíveis“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista especialista em diagnóstico por imagem há mais de 30 anos.

Analgésicos vendidos sem receita médica, anti-inflamatórios, suplementos alimentares e até produtos fitoterápicos estão entre os principais causadores de hepatotoxicidade.

As alterações hepáticas tóxicas podem ser clinicamente assintomáticas, apresentando alterações observadas apenas a nível laboratorial até quadros de hepatite fulminante e menos comumente casos de cirrose hepática“, diz.

O problema se agrava quando diferentes medicamentos são combinados ou utilizados por períodos prolongados. Paracetamol, por exemplo, considerado seguro em doses terapêuticas, pode causar necrose hepática quando consumido em excesso. Da mesma forma, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) podem provocar lesões hepáticas, especialmente em pessoas com fatores de risco pré-existentes.

Estudos mostram que mesmo medicamentos prescritos, como algumas estatinas usadas para controlar o colesterol, podem apresentar hepatotoxicidade em casos raros. Os dados dos diversos estudos em que as estatinas foram empregadas são muito consistentes em mostrar que a hepatotoxicidade é rara, mas quando ocorre manifesta-se com aumento de TGP e/ou TGO.

Elastografia detecta lesões sem biópsia

Para identificar possíveis danos hepáticos causados pela automedicação, é usado a elastografia hepática. O exame usa ondas sonoras para medir a rigidez do fígado, permitindo avaliar o grau de fibrose presente no órgão.

A elastografia ajuda a detectar alterações estruturais do fígado sem precisar fazer biópsia. É um exame rápido, indolor e que oferece resultados precisos sobre a condição do órgão“, destaca Dr. Armênio Mekhitarian.

A elastografia hepática é indicada para avaliar o grau de fibrose no fígado. Ela é recomendada para monitorar o avanço da fibrose sem a necessidade de biópsias invasivas, ajudando os médicos a acompanhar doenças e decidir sobre tratamentos e intervenções.

O exame funciona medindo a velocidade com que ondas sonoras se propagam pelo tecido hepático. Quanto maior a rigidez, mais rápida é a propagação, indicando possível presença de fibrose ou outras alterações. Por ser indolor e não apresentar riscos, oferece grandes vantagens antes, durante e após a sua realização.

A elastografia é particularmente útil para pessoas que fazem uso regular de medicamentos, seja por doenças crônicas ou por automedicação frequente. O exame permite acompanhar a evolução da função hepática ao longo do tempo, identificando precocemente sinais de sobrecarga do órgão.

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Fique informado sobre temas de exame de imagem também nas redes sociais! Acesse nosso Instagram e compartilhe com seus amigos – nossos conteúdos são baseados em evidências científicas e ajudam a combater as fake news. Siga-nos! 

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Hepatotoxidade. Acesso em 27 de junho de 2025. Disponível em: https://www.einstein.br/doencas-sintomas/hepatotoxicidade

Medicamentos fitoterápicos, ervas e suplementos alimentares podem causar hepatotoxicidade. Acesso em 27 de junho de 2025. Disponível em: https://www.femipa.org.br/noticias/medicamentos-fitoterapicos-ervas-e-suplementos-alimentares-podem-causar-hepatotoxicidade/

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Afinal, qual a função do fígado em nosso organismo? https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/afinal-qual-a-funcao-do-figado-em-nosso-organismo/ Fri, 30 May 2025 16:24:35 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18355 Responsável por mais de 500 processos metabólicos, o fígado atua como filtro, produtor de substâncias essenciais e reservatório energético do organismo Ah, o fígado, esse órgão “guerreiro” no nosso corpo! Você conhece tudo sobre ele? O fígado pesa cerca de 1,5 kg e está localizado...

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Responsável por mais de 500 processos metabólicos, o fígado atua como filtro, produtor de substâncias essenciais e reservatório energético do organismo

Ah, o fígado, esse órgão “guerreiro” no nosso corpo! Você conhece tudo sobre ele? O fígado pesa cerca de 1,5 kg e está localizado no lado direito, logo abaixo das costelas. O órgão executa tarefas que vão desde a produção de bile até a metabolização de medicamentos.

Se a gente pudesse comparar com algo do nosso dia a dia, o fígado é como se fosse um laboratório químico do nosso corpo. Ele processa tudo que ingerimos e transforma essas substâncias em algo que pode ser utilizado ou eliminado pelo organismo“, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista com mais de 30 anos de experiência e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem.

Entre as principais funções estão a desintoxicação do sangue, a síntese de proteínas fundamentais como a albumina, o armazenamento de vitaminas A, D, E e K, e a regulação dos níveis de glicose. O órgão também produz cerca de 1 litro de bile por dia, substância que auxilia na digestão de gorduras.

Doenças do fígado

Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que as doenças hepáticas afetam muita gente. Não existe um dado consolidado, mas falando das hepatites, 254 milhões de pessoas viviam com hepatite B e 50 milhões com hepatite C em 2022. No Brasil, o governo brasileiro gasta cerca de 300 milhões de reais somente no tratamento de doenças hepáticas, que são a causa de uma em cada 33 mortes no Brasil.

Como manter o fígado saudável

Atualmente, não existem definições oficiais para dose padrão e consumo moderado no Brasil. O CISA (Centro de Informações sobre Saúde e Álcool) considera que uma dose padrão corresponde a 14g de etanol puro no contexto brasileiro. Isso corresponde a 350 ml de cerveja (5% de álcool), 150ml de vinho (12% de álcool) ou 45ml de destilado (como vodca, cachaça e tequila, com aproximadamente 40% de álcool).

Já a OMS define como dose padrão 10g de etanol puro, e recomenda que homens e mulheres não excedam duas doses por dia e que se abstenham de beber pelo menos dois dias por semana.

A alimentação equilibrada protege o órgão contra o acúmulo de gordura. Alimentos ricos em antioxidantes, como frutas vermelhas, vegetais verdes escuros e oleaginosas, contribuem para a regeneração celular. O controle do peso corporal também é fundamental, já que a obesidade está associada à esteatose hepática, conhecida como “fígado gordo”.

A vacinação contra hepatites A e B oferece proteção duradoura. O uso consciente de medicamentos, sempre com orientação médica, evita sobrecarga tóxica.

Mitos e verdades sobre o fígado

“O fígado se regenera completamente”

VERDADE. O órgão tem capacidade única de regeneração e pode recuperar até 75% de sua massa original quando parte dele é removida cirurgicamente.

“Chás desintoxicantes limpam o fígado”

MITO. Não existem evidências científicas que comprovem a eficácia de produtos detox. O fígado já executa naturalmente a função de desintoxicação.

“Jejum prolongado beneficia o fígado”

MITO. Períodos longos sem alimentação forçam o órgão a trabalhar mais para manter os níveis de glicose no sangue, sobrecarregando suas funções.

“Hepatite sempre causa sintomas”

MITO. Muitas hepatites, especialmente a C, podem permanecer silenciosas por anos antes de manifestar sintomas.

“Gordura no fígado só acontece em pessoas obesas”

MITO. Pessoas magras também podem desenvolver esteatose hepática, especialmente devido ao consumo excessivo de álcool ou fatores genéticos.

O diagnóstico precoce de problemas hepáticos pode ser feito através de exames de sangue simples, que avaliam enzimas como ALT e AST. Exames de imagem, como ultrassom e elastografia hepática, complementam a investigação quando necessário.

Conte com o Instituto Avançado de Imagem

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Doenças do fígado são causa de 3% das mortes e custam R$ 300 milhões anuais ao país. Acesso em 29 de maio de 2025. Disponível em: https://ufmg.br/comunicacao/noticias/doencas-do-figado-sa-causa-de-3-das-mortes-e-custam-r-300-milhoes-ao-pais

Existe quantidade segura de consumo de álcool? Entenda recomendação para brasileiros. Acesso em 29 de maio de 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzekg26ddo

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Como funciona a elastografia no diagnóstico da cirrose https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/como-funciona-a-elastografia-no-diagnostico-da-cirrose/ Wed, 26 Feb 2025 00:56:23 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18297 Método não invasivo permite a avaliação precisa da fibrose hepática, reduzindo a necessidade de biópsias e melhorando o manejo da doença Segundo dados do Ministério da Saúde, a cirrose hepática foi responsável por aproximadamente 18 mil mortes anuais no Brasil, sendo a sétima causa de...

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Método não invasivo permite a avaliação precisa da fibrose hepática, reduzindo a necessidade de biópsias e melhorando o manejo da doença

Segundo dados do Ministério da Saúde, a cirrose hepática foi responsável por aproximadamente 18 mil mortes anuais no Brasil, sendo a sétima causa de óbito entre adultos no mundo.

A doença é urgente e uma das formas de diagnosticar e acompanhá-la é através da elastografia – uma alternativa segura e eficaz aos métodos invasivos tradicionalmente utilizados.

O que é a elastografia hepática

A elastografia é um método de imagem que avalia a rigidez do fígado através da propagação de ondas ultrassônicas.

A técnica funciona como um ‘sonar’ que mede a velocidade de propagação das ondas através do tecido hepático. Quanto mais rígido o tecido, mais rápida é a propagação das ondas, indicando maior grau de fibrose“, explica o médico radiologista Dr. Armênio Mekhitarian, diretor médico do Instituto Avançado de Imagem (IAI) com mais de 30 anos de experiência.

A elastografia é um procedimento simples e rápido, durando aproximadamente 15 minutos. O paciente permanece deitado enquanto o médico posiciona um transdutor sobre a região do fígado, que emite ondas ultrassônicas e registra sua velocidade de propagação. Os resultados são obtidos imediatamente, fornecendo dados quantitativos sobre a rigidez hepática.

Saiba tudo sobre elastografia aqui.

Vantagens no manejo da cirrose

A principal vantagem da elastografia, além de ser rápida e indolor, é ser não invasiva, dispensando a necessidade de biópsia hepática em muitos casos.

A biópsia, além de ser um procedimento invasivo com alguns riscos associados, analisa apenas uma pequena porção do órgão, o que pode levar a resultados não representativos da real condição hepática. A elastografia avalia uma área muito maior do fígado, oferecendo uma visão mais abrangente do estado do órgão“, destaca o especialista.

O método permite ainda o acompanhamento periódico da evolução da doença, possibilitando ajustes no tratamento conforme a progressão ou regressão da fibrose. Médicos podem avaliar com precisão a gravidade da cirrose e prever potenciais complicações, como hipertensão portal e varizes esofágicas.

Cenário da cirrose no Brasil

Um estudo da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) mostrou que as principais causas de cirrose no país são o consumo excessivo de álcool, hepatites virais e doença hepática gordurosa não alcoólica. O diagnóstico precoce, facilitado por métodos como a elastografia, poderia reduzir em até 50% a mortalidade associada à doença.

A implementação mais ampla da elastografia no sistema público de saúde representaria um avanço significativo no diagnóstico precoce e no manejo adequado da cirrose hepática, potencialmente reduzindo custos com internações e tratamentos de complicações avançadas“, afirma o Dr. Mekhitarian.

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Para diagnósticos como elastografia hepática ultrassônica, ultrassom e Doppler transcraniano, ultrassom e Doppler peniano com TEFI, ultrassom morfológico 4D, ultrassom com Doppler em geral, punção e core-biópsia guiadas por ultrassom, e ultrassom dermatológico de alta frequência, conte conosco com toda a segurança e qualidade que você merece. Fazemos atendimento domiciliar em toda grande São Paulo.

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Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 | RQE 45534

Mortalidade por cirrose, câncer hepático e transtornos devidos ao uso de álcool: Carga Global de Doenças no Brasil, 1990 e 2015. Acesso em 23 de fevereiro de 2025. Disponível em https://www.scielo.br/j/rbepid/a/PvZkBQZ3GYGVbcGkwgf4Sfg/#:~:text=62803316.7.0000.5149).-,RESULTADOS,totalizando%2028.337%20mortes%20no%20pa%C3%ADs.

Cirrose é colocada como a sétima maior causa de morte em adultos no mundo. Acesso em 23 de fevereiro de 2025. Disponível em https://jornal.usp.br/atualidades/cirrose-e-colocada-como-a-setima-maior-causa-de-morte-em-adultos-no-mundo/.

Cirrose hepática. Acesso em 23 de fevereiro de 2025. Disponível em https://www.einstein.br/n/glossario-de-saude/cirrose-hepatica.

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O que é a cirrose e como ela afeta o seu fígado https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/o-que-e-a-cirrose-e-como-ela-afeta-o-seu-figado/ Mon, 25 Nov 2024 12:39:13 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18240 Condição hepática complexa afeta milhares de pessoas e exige diagnóstico precoce para minimizar danos irreversíveis A cirrose é uma doença crônica que compromete progressivamente a estrutura e função do fígado. Caracterizada pela substituição do tecido hepático saudável por tecido cicatricial, a lesão pode se desenvolver...

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Condição hepática complexa afeta milhares de pessoas e exige diagnóstico precoce para minimizar danos irreversíveis

A cirrose é uma doença crônica que compromete progressivamente a estrutura e função do fígado. Caracterizada pela substituição do tecido hepático saudável por tecido cicatricial, a lesão pode se desenvolver por décadas sem manifestar sintomas evidentes.

Dados do Ministério da Saúde revelam um cenário preocupante: aproximadamente 30 mil novos casos são diagnosticados anualmente no país. A prevalência é mais alta entre homens na faixa etária de 40 a 60 anos, com múltiplas causas potenciais, incluindo hepatite viral, consumo excessivo de álcool, obesidade e doenças metabólicas.

A complexidade da cirrose reside justamente em sua progressão silenciosa. As causas mais frequentes no contexto brasileiro incluem:

  • Consumo crônico de álcool
  • Hepatite viral B e C
  • Doença hepática gordurosa não alcoólica
  • Doenças autoimunes
  • Sobrepeso e síndrome metabólica

A elastografia hepática representa hoje nossa principal ferramenta não invasiva para avaliação da progressão da fibrose. Conseguimos mapear a rigidez do fígado com precisão milimétrica, identificando precocemente as alterações teciduais“, diz o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Toda atenção à cirrose

Os sinais iniciais da cirrose frequentemente passam despercebidos. Sintomas sutis como fadiga persistente, perda de peso não intencional e desconforto abdominal podem ser os primeiros indicadores de comprometimento hepático.

Com a progressão da doença, manifestações mais evidentes surgem:

  • Icterícia (amarelamento da pele e olhos)
  • Retenção de líquidos (ascite)
  • Alterações na coagulação sanguínea
  • Varizes esofágicas
  • Confusão mental e encefalopatia

O diagnóstico preciso envolve múltiplas estratégias. A principal delas é a elastografia hepática, método não invasivo capaz de quantificar a fibrose sem necessidade de procedimentos cirúrgicos. Complementarmente, são utilizados:

  • Ultrassonografia
  • Tomografia computadorizada
  • Ressonância magnética
  • Biópsia hepática (em casos específicos)

Não existe cura definitiva para a cirrose, mas estratégias contemporâneas focam na desaceleração da progressão e no gerenciamento dos sintomas. O tratamento personalizado pode incluir abstinência alcoólica, controle de doenças subjacentes, medicações específicas, acompanhamento nutricional e transplante hepático, para casos avançados.

A prevenção permanece como principal estratégia. Hábitos saudáveis, vacinação contra hepatites virais, alimentação equilibrada e prática regular de atividade física constituem pilares fundamentais para preservar a saúde hepática”, aconselha Dr. Armênio.

Faça seus exames de imagem em casa

Você sabia que é possível fazer exames de imagem em casa? Com a mesma segurança da clínica, o serviço é indicado para aqueles pacientes que têm dificuldade de locomoção ou apenas desejam mais conforto na hora do exame em domicílio.

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Conheça o serviço de ultrassom home care em São Paulo e marque sua consulta pelo WhatsApp: (11) 95299-4702 | 95299-4703.

Se preferir atendimento presencial, o IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP.

Fique por dentro das principais informações sobre exame de imagem e informe-se sobre os principais temas sobre saúde. Acesse nosso site Instituto Avançado de Imagem e confira nosso blog atualizado semanalmente. Compartilhe com seus amigos e familiares!

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512

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Elastografia Hepática: tudo o que você precisa saber antes de fazer o exame https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/elastografia-hepatica-tudo-o-que-voce-precisa-saber-antes-de-fazer-o-exame/ Fri, 27 Sep 2024 13:57:28 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18200 Entenda para que serve, como é feito e como se preparar para o exame que avalia a saúde do seu fígado A elastografia hepática é um exame de imagem cada vez mais utilizado para avaliar a saúde do fígado, medindo sua rigidez. Através de ondas...

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Entenda para que serve, como é feito e como se preparar para o exame que avalia a saúde do seu fígado

A elastografia hepática é um exame de imagem cada vez mais utilizado para avaliar a saúde do fígado, medindo sua rigidez. Através de ondas sonoras, é possível avaliar a presença de fibrose, ou seja, cicatrizes no fígado, causadas por diversas doenças, como hepatite B e C, esteatose hepática (gordura no fígado) e cirrose.

Para que serve a elastografia hepática?

O exame tem diversas funções, entre elas:

  • Diagnóstico precoce: Permite identificar doenças hepáticas em estágios iniciais, quando ainda não há sintomas.
  • Acompanhamento do tratamento: Avalia a eficácia dos tratamentos para doenças hepáticas crônicas.
  • Estadiamento da doença: Determina o grau de fibrose hepática e a progressão da doença.
  • Prevenção de complicações: Ajuda a identificar pacientes com maior risco de desenvolver complicações, como cirrose e câncer de fígado.

Como é feito o exame?

O exame é realizado através de um aparelho de ultrassom, de forma indolor e rápida. O médico aplica um gel sobre a pele do abdômen e move o transdutor sobre a região do fígado. As ondas sonoras emitidas pelo aparelho medem a rigidez do tecido hepático, gerando imagens que são analisadas pelo médico.

A elastografia hepática é um exame muito simples, mas que pede alguns preparos. É importante o paciente estar em jejum por, pelo menos, 8 horas antes do procedimento. Antes de iniciar, avise ao médico sobre todos os medicamentos que você está tomando e evite o consumo de álcool nas 24 horas que antecedem o exame”, explica o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem.

Por que a elastografia hepática é importante?

Segundo o Dr. Mekhitarian, “a elastografia hepática é um exame fundamental para o diagnóstico e acompanhamento de doenças hepáticas. Através dele, podemos identificar precocemente lesões no fígado e iniciar o tratamento adequado, evitando complicações mais graves“.

Você está cuidando bem do seu fígado?

O fígado é um órgão vital para o nosso organismo, responsável por diversas funções importantes, como a filtragem do sangue, a produção de bile e o metabolismo de medicamentos.

Doenças hepáticas, como a hepatite C, são um grave problema de saúde pública no Brasil, afetando milhões de pessoas. A detecção precoce e o tratamento adequado dessas doenças são essenciais para evitar complicações e garantir uma melhor qualidade de vida.

Onde realizar o exame?

O Instituto Avançado de Imagem está com você em todos os momentos. Para diagnósticos como ultrassom morfológico 4D, ultrassom peniano com TEFI, ultrassom com Doppler, ultrassom transcraniano, biópsia e ultrassom dermatológico de alta frequência, conte conosco com toda a segurança e qualidade que você merece. Fazemos atendimento domiciliar em toda grande São Paulo.

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Se preferir atendimento presencial, o IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP.

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 / RQE 45534

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Dia mundial da hepatite: a prevenção também passa pelo diagnóstico https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/dia-mundial-da-hepatite-a-prevencao-tambem-passa-pelo-diagnostico/ Sun, 28 Jul 2024 12:59:35 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=18130 A data destaca a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, incluindo exames como a elastografia hepática Hoje, dia 28 de julho, é conhecido por ser o dia mundial de luta contra as hepatites virais, uma iniciativa global destinada a aumentar a conscientização sobre as...

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A data destaca a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, incluindo exames como a elastografia hepática

Hoje, dia 28 de julho, é conhecido por ser o dia mundial de luta contra as hepatites virais, uma iniciativa global destinada a aumentar a conscientização sobre as hepatites virais e a promover ações para prevenir, diagnosticar e tratar essas infecções que afetam milhões de pessoas em todo o mundo.

A hepatite é uma inflamação do fígado, geralmente causada por vírus, mas também pode resultar do uso excessivo de álcool, medicamentos, toxinas e doenças autoimunes. As hepatites virais mais comuns são os tipos A, B, C, D e E e podem levar a condições graves como cirrose e câncer de fígado se não for tratada adequadamente.

Qualquer pessoa pode ter hepatite, independentemente da idade ou estilo de vida. No entanto, certos grupos apresentam maior risco, incluindo usuários de drogas injetáveis, pessoas com múltiplos parceiros sexuais, profissionais de saúde, e aqueles que receberam transfusões de sangue antes de 1993.

Os sintomas da hepatite podem variar de leves a graves e incluem fadiga, febre, náusea, vômito, dor abdominal, urina escura, e icterícia (pele e olhos amarelados). Muitas pessoas, especialmente com hepatite C, podem não apresentar sintomas durante muitos anos, o que torna o diagnóstico precoce ainda mais crucial.

Cuidados contra a hepatite

A prevenção da hepatite envolve a vacinação (disponível para os tipos A e B), práticas de higiene adequadas, uso de preservativos, e evitar o compartilhamento de agulhas e outros objetos cortantes. Além disso, o diagnóstico precoce é essencial para o tratamento eficaz das hepatites virais.

Um dos exames recomendados para a prevenção e diagnóstico de doenças hepáticas é a elastografia hepática. Este exame não invasivo utiliza ondas sonoras para medir a rigidez do fígado, ajudando a detectar fibrose e cirrose hepática.

Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista com mais de 30 anos de experiência, explica como funciona o exame: “A elastografia hepática é um procedimento simples e indolor. O paciente deita-se em uma mesa de exame, e um pequeno dispositivo é colocado sobre a pele. As ondas sonoras emitidas pelo aparelho avaliam a elasticidade do fígado, fornecendo dados importantes sobre a saúde hepática“.

O especialista ressalta a importância de se chamar atenção para doenças hepáticas, em especial a hepatite. “A conscientização sobre os sintomas, modos de transmissão e as opções de tratamento podem salvar vidas e a educação é a chave para a prevenção das hepatites virais. Testes regulares e consultas médicas são fundamentais para um diagnóstico precoce e um tratamento eficaz” destaca.

O Instituto Avançado de Imagem tem uma página especial sobre o exame, com tudo o que você precisa saber para fazê-lo com toda a segurança e tranquilidade.

O Instituto Avançado de Imagem está com você em todos os momentos. Para diagnósticos como ultrassom com Doppler, ultrassom transcraniano, biópsia e ultrassom dermatológico de alta frequência, conte conosco com toda a segurança e qualidade que você merece. Fazemos atendimento domiciliar em toda grande São Paulo.

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Se preferir atendimento presencial, o IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP.

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512 / RQE 45534

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Como a alimentação pode afetar seu fígado https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/como-a-alimentacao-pode-afetar-seu-figado/ Fri, 12 Jan 2024 22:47:35 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=17926 Consumo de frituras e bebidas alcoólicas alteram o bom funcionamento do órgão e pode acarretar em doenças como esteatose hepática e até cirrose Você sabe qual a função do fígado? Localizado no lado direito do abdômen, o órgão desempenha um papel importante em nosso corpo,...

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Consumo de frituras e bebidas alcoólicas alteram o bom funcionamento do órgão e pode acarretar em doenças como esteatose hepática e até cirrose

Você sabe qual a função do fígado? Localizado no lado direito do abdômen, o órgão desempenha um papel importante em nosso corpo, desde a síntese de proteínas essenciais e armazenamento de glicose até a desintoxicação de substâncias nocivas.

Além disso, o fígado é responsável por processar os nutrientes provenientes dos alimentos, convertendo-os em substâncias que o corpo possa utilizar. Sua habilidade de produzir bile, fundamental na digestão de gorduras, é fundamental na manutenção do equilíbrio interno da digestão. Em resumo, o fígado é um “maestro” discreto, coordenando uma sinfonia de processos vitais para nossa saúde e bem-estar.

Alimentos que fazem bem ao fígado

Conversamos com o Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem, para falar sobre saúde e diagnóstico desse órgão. “O fígado é um órgão multifuncional, essencial para processar nutrientes, eliminar toxinas e manter o equilíbrio do corpo. Cuidar dele é investir na nossa qualidade de vida“, diz.

Em um mundo onde dietas da moda vêm e vão, o especialista destaca que a moderação e a diversidade são importantes para um fígado saudável. “Não é necessário abdicar de todos os prazeres da mesa, mas sim cultivar uma relação equilibrada com os alimentos. Excessos, especialmente em gorduras saturadas e alimentos processados, podem sobrecarregar o fígado a longo prazo e acarretar doenças sérias ao fígado, como esteatose hepática, hepatite, cirrose e outras“, alerta o especialista.

Alimentos ricos em antioxidantes, como frutas, vegetais, e grãos integrais ajudam a neutralizar os radicais livres, protegendo o fígado contra danos.

O Dr. Mekhitarian destaca que uma dieta balanceada não apenas promove a saúde do fígado, mas também se reflete em exames, como a elastografia hepática.

“Observamos que pacientes com uma alimentação equilibrada tendem a apresentar resultados mais estáveis nos exames. O fígado responde positivamente a escolhas conscientes, refletindo em indicadores de saúde“, conta.

O Instituto Avançado de Imagem está do seu lado, há mais de 20 anos em São Paulo, cuidando da sua saúde com a qualidade e segurança que você precisa. Para marcar agora um exame de imagem conosco, clique aqui ou marque pelo WhatsApp: (11) 95299-4702 | 95299-4703.

O IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP. Tel: (11) 2979-1258 e 3266-4810.

Fonte:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512

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Elastografia Hepática: descobrindo a saúde do fígado pela elasticidade https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/elastografia-hepatica-descobrindo-a-saude-do-figado-pela-elasticidade/ Sat, 19 Aug 2023 01:36:01 +0000 https://www.institutoavancadodeimagem.com.br/?p=17837 O post Elastografia Hepática: descobrindo a saúde do fígado pela elasticidade apareceu primeiro em Instituto Avançado de Imagem.

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A elastografia hepática fornece uma visão única da saúde do fígado com segurança e precisão, permitindo intervenções médicas mais eficazes desde estágios iniciais

Você já ouviu falar em elastografia hepática? O exame tem como função mensurar a elasticidade do tecido do fígado para diagnóstico e acompanhamento de diversas doenças do órgão, como cirrose, hepatite e muitas outras.

Através da elastografia, é possível mapear a rigidez do tecido hepático, permitindo a identificação precoce de anormalidades que podem indicar a presença de patologias subjacentes.

O procedimento utiliza ondas de ultrassom para medir a elasticidade do tecido hepático, que é uma característica crucial do fígado, uma vez que sua alteração está associada a uma série de doenças. 

Diagnóstico por elastografia hepática

Algumas doenças importantes podem ser detectadas e monitoradas pela elastografia. São elas:

Hepatite: A inflamação hepática resultante da hepatite pode causar alterações na elasticidade do fígado. Através da elastografia, é possível avaliar a gravidade da inflamação e monitorar a resposta ao tratamento.

Cirrose: A cirrose envolve a substituição do tecido hepático saudável por tecido fibroso, levando a uma perda significativa de elasticidade. A elastografia ajuda a determinar o estágio da cirrose, facilitando intervenções oportunas.

Esteatose Hepática: A acumulação de gordura no fígado, conhecida como esteatose hepática, pode ser avaliada pela elastografia. A determinação da elasticidade hepática ajuda a identificar o risco de progressão para condições mais graves, como a esteato-hepatite não alcoólica (NASH).

A elastografia revolucionou nossa capacidade de avaliar a saúde hepática. Com o exame, podemos obter informações sobre a rigidez do fígado de maneira não invasiva e precisa. Isso nos permite identificar doenças hepáticas em estágios iniciais, quando as intervenções médicas têm maior eficácia. Além disso, a elastografia elimina a necessidade de procedimentos invasivos, proporcionando maior segurança e conforto aos pacientes”, explica o médico radiologista Dr. Armênio Mekhitarian, Diretor Técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).

Como funciona a elastografia hepática?

A elastografia hepática é realizada por um profissional treinado, geralmente um radiologista, utilizando um aparelho de ultrassom ou ressonância magnética especializado. Durante o exame, o paciente deita-se confortavelmente enquanto o dispositivo é colocado sobre a área do fígado. O equipamento emite ondas que avaliam a elasticidade do tecido hepático, produzindo imagens coloridas que indicam os níveis de rigidez.

Este exame é indicado para uma variedade de doenças hepáticas, incluindo hepatite, cirrose e esteatose hepática. Além de proporcionar um diagnóstico mais preciso, a elastografia também é valiosa para monitorar a progressão da doença ao longo do tempo. Sua capacidade de fornecer informações sem a necessidade de procedimentos invasivos torna-a uma opção preferencial para médicos e pacientes.

Onde fazer elastografia hepática?

O Instituto Avançado de Imagem realiza elastografia hepática com todo o conforto e segurança que o paciente precisa. Clique aqui ou marque pelo WhatsApp: (11) 95299-4702 | 95299-4703.

O IAI está localizado na Rua Amaral Gama, 333 – cj 124, Santana, em São Paulo/SP. Tel: (11) 2979-1258 e 3266-4810.

Fontes:

Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512

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